Ano de lançamento: 2007; gênero: terror. Direção de Katja von Garnier, estrelado por Agnes Bruckner, Hugh Dancy e Olivier Martinez - Infidelidade (2002) e Roubando Vidas (2004).
Sinceramente, com um título como esse, eu fiquei meio receosa em assistir "Sangue e Chocolate". Não pelo medo, porque o gênero estava explícito na capa e eu estava realmente a fim de assistir algo que me provocasse alguns sustos, mas o caso é que ao pegar o DVD nas mãos uma voz nas profundezas de minha mente começou a repetir sem parar que o filme era "bomba" e, pior, não era uma bomba de chocolate. Resolvi encarar e abaixo deixo minhas impressões para vocês.
O enredo é simples: Vivien (Agnes Bruckner) é uma lobisomem fêmea (?) descendente de uma tradicional e nobre família de lobisomens (?). Após o assassinato dos seus pais, a jovem se refugia na belíssima cidade de Bucareste, na Romênia (Leste Europeu) onde cresce, torna-se uma bela mulher e passa a trabalhar confeccionando e vendendo bombons artesanais, enquanto aguarda o momento em que precisará cumprir uma profecia de seu “povo”.
Seu destino é casar com Gabriel (Olivier Martinez), líder do povo lobisomem (?) e conduzí-los a uma Era de esperança e paz(??). Acontece que ela se apaixona pelo humano Aiden (Hugh Dancy) e isso coloca em risco os planos de Gabriel e a vida de ambos. Depois de passarem por “muitas confusões” e de lutarem contra o primo lobisomem malvado e sua gangue de licantropos sarnentos, o final é aquele esperado por todos. E toca o carro para Paris, porque romance que não começa ou não acaba em Paris, não é digno de ser chamado por esse nome. Ces’t fini.
Destaque especial para as belíssimas tomadas aéreas de Bucareste e para o charme decadente das paisagens urbanas do Leste Europeu. As cenas na floresta também são de tirar o fôlego e os figurantes também. Bicho, eu sou vou dizer uma coisa, esses homens romenos são gostosos ou o que? Tentadores.
O tomate podre e merecido fica por conta dos efeitos especiais baratos que mais irritam que assustam o espectador. O roteiro é pobre e se perde várias vezes. A certa altura não sabemos se eles querem nos assustar ou despertar nosso lado romântico. No que diz respeito a despertar terror o filme fracassa. Exceto por pequenos suspenses nas cenas de perseguições urbanas, o filme não me despertou medo, porque se preocupa basicamente em contar uma versão moderna, temperada com elementos folclóricos, de Romeu e Julieta. Pena que é uma história com final feliz barato, digno de uma telenovela de horário das sete. Nota 5.
Sinceramente, com um título como esse, eu fiquei meio receosa em assistir "Sangue e Chocolate". Não pelo medo, porque o gênero estava explícito na capa e eu estava realmente a fim de assistir algo que me provocasse alguns sustos, mas o caso é que ao pegar o DVD nas mãos uma voz nas profundezas de minha mente começou a repetir sem parar que o filme era "bomba" e, pior, não era uma bomba de chocolate. Resolvi encarar e abaixo deixo minhas impressões para vocês.
O enredo é simples: Vivien (Agnes Bruckner) é uma lobisomem fêmea (?) descendente de uma tradicional e nobre família de lobisomens (?). Após o assassinato dos seus pais, a jovem se refugia na belíssima cidade de Bucareste, na Romênia (Leste Europeu) onde cresce, torna-se uma bela mulher e passa a trabalhar confeccionando e vendendo bombons artesanais, enquanto aguarda o momento em que precisará cumprir uma profecia de seu “povo”.
Seu destino é casar com Gabriel (Olivier Martinez), líder do povo lobisomem (?) e conduzí-los a uma Era de esperança e paz(??). Acontece que ela se apaixona pelo humano Aiden (Hugh Dancy) e isso coloca em risco os planos de Gabriel e a vida de ambos. Depois de passarem por “muitas confusões” e de lutarem contra o primo lobisomem malvado e sua gangue de licantropos sarnentos, o final é aquele esperado por todos. E toca o carro para Paris, porque romance que não começa ou não acaba em Paris, não é digno de ser chamado por esse nome. Ces’t fini.
Destaque especial para as belíssimas tomadas aéreas de Bucareste e para o charme decadente das paisagens urbanas do Leste Europeu. As cenas na floresta também são de tirar o fôlego e os figurantes também. Bicho, eu sou vou dizer uma coisa, esses homens romenos são gostosos ou o que? Tentadores.
O tomate podre e merecido fica por conta dos efeitos especiais baratos que mais irritam que assustam o espectador. O roteiro é pobre e se perde várias vezes. A certa altura não sabemos se eles querem nos assustar ou despertar nosso lado romântico. No que diz respeito a despertar terror o filme fracassa. Exceto por pequenos suspenses nas cenas de perseguições urbanas, o filme não me despertou medo, porque se preocupa basicamente em contar uma versão moderna, temperada com elementos folclóricos, de Romeu e Julieta. Pena que é uma história com final feliz barato, digno de uma telenovela de horário das sete. Nota 5.
